Oi… Oi… Oi… Ei!!!Você acha que o mundo gira em torno do seu umbigo?
Hello Kitty!Hello Girly!Hello Polly!Hello Ken!Hello Boy!Hello Barbie!Hello Superman!Hello Batman!Hello Príncipes e Princesas, SQN!!!
A vida é muito mais do que a sua vida apenas. Você acha que todo mundo deve se curvar diante de você? Acha que pode falar o que bem quiser sem ter nenhuma consequência? Pronto senhor “super fantástico”!!! Era só o que faltava!!! Aiaiai dodói, não consegue receber um não? Não pode ser contrariado? Sai batendo em todo mundo achando que força é razão? O que está acontecendo com a educação das pessoas de um modo geral? Que pensamento é esse que se eu estiver bem o restante que se vire? Onde foi parar a educação? Ou melhor onde iniciou, se é que recebeu, essa educação? Onde está o senso de humanidade e empatia? Que gerações estamos recebendo em nossas escolas e no ensino superior? Que gerações estamos preparando dentro de nossos lares no “tudo pode”? Onde está o direito e o dever do ir e vir? O que está acontecendo com a educação no seu amplo significado? Você sabe o que é ser uma pessoa educada? O que você está fazendo com a educação que recebeu? Você se considera educado? Quando pensamos sobre o que é ser educado, logo imaginamos uma pessoa que saiba se relacionar com outras tantas de um jeito polido, sabendo falar e escutar, tecendo um requinte em suas ações a ponto de ser bem quisto em todo e qualquer ambiente que esteja. Pensamos também, que ser educado, é ter discernimento de tudo o que pode ser considerado correto ou não. Ter recebido “inFormações” em determinadas fases do crescimento no ambiente familiar, escolar e comunitário não é garantia de “ser” educado. Agora, o que fazemos com estas “inFormações” que recebemos sim, te permitem ser uma pessoa educada ou não. Aaaaa, mas e as crianças? Como terão esse discernimento? Sabem como? Com os exemplos que elas têm em seus cotidianos das pessoas que são referências em suas vidas no ato de cuidar e zelar por suas vidas. Hoje, em pleno ano 2022, percebemos muitas crianças e adolescentes, estarem boa parte de suas vidas, acompanhadas apenas pela presença de meios tecnológicos, como celulares, computadores, redes sociais e, onde está a presença humana que promove o afeto, o diálogo, a disciplina e o limite? Penso, que estamos permitindo futuras gerações carentes da presença humana e, expostas demasiadamente ao mundo virtual. Viver é real, é agora, tem os cinco sentidos o tempo inteiro em diálogo. Por mais que a tecnologia promova uma vivência em várias dimensões, o afeto não consegue ser substituído ou recompensado. Estamos nos iludindo que possamos estar promovendo o melhor para nossos filhos. O melhor é viver de verdade no contato e, não por uma tela. Ressignificamos nossos modos de nos relacionar no período pandêmico, em que o que tínhamos era a conexão virtual e à distância e, percebemos o quanto ficamos afetados com este afastamento. Agora é tempo de evoluírmos criando possibilidades de fazermos um bom uso da da tecnologia em nossos cotidianos sem que esta nos tire o gosto pelo que é real. Hoje, após quarenta e sete anos de Educação recebida em duversos âmbitos e, buscada a partir das minhas escolhas profissionais, percebo o quanto mudou o comportamento das pessoas e seus jeitos de gestar a educação dos seus. O verbo educar, faz menção a todo e qualquer cuidado essencial para o amplo desenvolvimento da personalidade do ser humano, além de ensinar, instruir e promover valores. Mas o que está acontecendo com nossas gerações atuais? Seria uma mudança comportamental devido a inserção demasiada dos meios tecnológicos no contexto familiar? Seria o excesso de atividades que as famílias executam em seus cotidianos em seus trabalhos e atividades extras deixando de ter um convívio mais pontual de presença na vida dos seus? Seria isso a terceirização da educação dos nossos filhos? Tudo isso deve fazer sentido se estivermos pensando o que realmente estamos fazendo com a educação , mas fato é, que temos que repensar a nossa educação e a educação dos nossos. Se nossa educação ou a falta dela não interferisse no contexto pela qual fazemos parte, tudo bem. Mas nosso comportamento, guiado por nossa educação, valores e princípios, gera ação e reação, sendo nossa a responsabilidade e, não apenas, da escola ou dos ambientes extra-classes que nossos filhos frequentam.
Educar é um ato de amor no tempo presente. O que acontecerá no futuro, será ou não um presente para você e para os seus se você o fizer valer agora.
Eu educoTu educasEle educaNós educamosVós educaisEles educam